LEMBRANÇAS - Pai Coruja

>> segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

PAI CORUJA

Uma vez, quando as crianças ainda eram pequenas, eu fui assistir a uma palestra que falava sobre educação infantil.
Entre outras coisas, a terapeuta enfatizou que, não era bom os pais ficarem todo tempo enaltecendo as peripécias dos filhos, de como eles faziam isso ou aquilo com perfeição, ou como eles eram maravilhosos e as crianças mais lindas do mundo.
Porquê? Porque, dizia ela, as crianças podem achar que são as mais perfeitas, que não possuem defeito algum e que nenhuma outra se iguala a elas, o que, numa convivência com outras crianças, isso não seria bom.
Chegando em casa, claro, fui comentar com o meu marido sobre tudo que ouvi na palestra, principalmente essa parte.
Meu marido ouviu - com sempre faz - com toda a atenção, parou, pensou um pouco e me disse:
- Tá, mas então o que ela quer que eu faça? Que eu minta?

beijos

11 comentários:

Gina 31 de janeiro de 2011 21:34  

Hehe, tem jeito não, Macá...!
Falando sério, a questão é que, na hora dos erros, tem de se chamar atenção também. Equilíbrio é uma chave meio difícil de encontrar.
Boa semana!

Palavras Vagabundas 31 de janeiro de 2011 21:50  

É a cara do seu marido. kkkkk
bjs
Jussara

Glorinha L de Lion 31 de janeiro de 2011 23:26  

KKKKKKKKKKKK Esse é coruja mesmo ein?
beijos,

Isadora 1 de fevereiro de 2011 00:04  

Macá que lindo! Acho sim que devemos enaltecer, ao mesmo tempo que devemos conversar sobre os possíveis erros.
Tudo na sua medida não deixará nossos filhos com a sensação de que são perfeitos, ou melhores que os outros.
Um beijo

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez 1 de fevereiro de 2011 07:08  

hahahah eita paizão cheio de amor.
mas sim, as crianças cresceram com a certeza de terem sido muito amadas. e isso fez um diferencial todo na vida delas.
bom dia

Luma Rosa 1 de fevereiro de 2011 10:38  

Tá certo, tá certo... acho que é mais legal elogiar do que reclamar. Alguns pais só reclamam dos filhos e botam defeitos, até mesmo para que eles se aperfeiçoem mais, mas acho que essa atitude desanima e gera insegurança. A família é ninho que abriga - sou a favor do elogio, sempre que houver motivos para tal! Boa semana! Beijus,

Tati Pastorello 1 de fevereiro de 2011 18:43  

kkkkkkkkkkkkk
Perfeito!!!!
Sabe, acho que esta terapeuta não tinha filhos... É o que posso concluir daí!
Olha, eu adoro enaltecer as coisas boas que o Bê faz, temos que fazer isso sim. Até por que, a gente está sempre apontando o que fizeram de errado, corrigindo, adequando condutas, como ferramentas de educação, não é? Os tais dos limites que muitas vezes soam para eles como inadequações. Se a gente não reafirmar seus valores, quem os fará? Ah, certo está seu marido!!
Beijos. Obrigada pelo afago. Estou melhor (quando consigo escrever já estou reerguendo!)

Nilce 1 de fevereiro de 2011 23:24  

Que pai coruja, Macá. rsrs
E deve dizer que puxou a ele.

Bjs no coração!

Nilce

LILIANE 2 de fevereiro de 2011 01:06  

Macá
que bonitinho!
eu elogio o tempo todo, quando fazem o que é bom.
ué... na hora de mostrar os problemas e limites não fazemos assim, falamos, falamos, e falamos.
então...
elogio mesmo, todo mundo.
Concordo com a Isadora, tudo na medida certa gera segurança e autoestima, beijos.

Beth/Lilás 2 de fevereiro de 2011 02:21  

Hummmmmmm que amor de pai, corujão mesmo!
bjs cariocas

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