Blogagem Coletiva - Minha declaração de amor

>> terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva - Minha declaração de amor, pela comemoração do 1º aniversário do Blog A Vida de uma guerreira da amiga Nilce.
Nilce, parabéns, e que seu blog continue fazendo parte do cotidiano de muitas pessoas, e que continue tão gostoso de ser visitado.

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Num sobressalto ela se levanta e vai até o móvel onde ficam os porta-retratos. Um vento muito forte tinha batido a porta da frente e derrubado alguns.
Ela começa a arrumar e com um sorriso no rosto olha atentamente para a foto emoldurada.

Seus 5 irmãos e ela. Mas ....... falta um. Esse (era o terceiro dos sete filhos) se foi há mais de vinte anos, brigando com um câncer que lhe atingiu o fígado. Ela se lembra dele perguntando à mãe:

- Mãe, o que está acontecendo comigo? Eu tenho feito tudo direito como os médicos pedem, mas eu não melhoro e essa dor não passa!
A mãe, sem saber o que dizer, e se segurando para não explodir em lágrimas, afaga sua mãe com aquela ternura que parece própria delas e diz:
- Vai passar sim meu filho, você vai ver, logo, logo passa (intuitivamente sabendo que estava mentindo).

E algum tempo depois ele se foi, deixando a esposa, 2 filhos, 6 irmãos e uma mãe que chorou sua morte até o último momento de sua vida.

Uma tristeza para todos! e ele era tão lindo! Dois olhos azuis que se fecharam e não viram mais as belezas do mundo.

Ela se emociona ao lembrar do rosto dele, da ternura, da bondade que era sua maior virtude.

Mas...... quando ela era ainda uma criança, não se lembra de conversar muito com eles não. Primeiro porque a mãe não deixava conversar na mesa (achava que muita conversa podia virar em briga) e também porque eles sempre a trataram como criança (que ela era).
Todos fizeram o primário e depois ao invés de ir para o ginásio, foram para o Liceu de Artes e Ofício (aprender uma profissão, o pai dizia).

A irmã mais velha já trabalhava, se bem que do que ela gostava mesmo era de estudar, e os outros foram seguindo o caminho. Um foi trabalhar numa loja de calçados, outro era cantor e radialista, o mais novo gostava de administrar e nos seus 14 anos já trabalhava no escritório de uma grande empresa e a outra irmã, a do meio, trabalhava num bazar.

Ela ainda era muito menina pra trabalhar, então só ia pra escola, brincava e ajudava em casa. A mãe lhe passava muitos serviços para fazer, e com 10 anos, já preparava o almoço da família e depois, claro, arrumava a cozinha.


Não precisou trabalhar antes dos dezenove anos; os irmãos preferiram que estudasse já que todos eles trabalhavam e ajudavam financeiramente em casa.
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O terceiro dos filhos arrumou emprego numa oficina de conserto de geladeiras, gostou e aprendeu bem a profissão, tanto que um tempo depois abriu a sua própria com a ajuda do ex-patrão. Eram amigos e um ajudava o outro. Os serviços foram aumentando, ele - um empreendedor - cada dia com mais idéias, reuniu-se com os outros irmãos homens, conversaram, decidiram a parte de serviço de cada um, formaram uma sociedade e transformaram a pequena oficina em uma pequena fábrica de balcões refrigerados. Fizeram a coisa certa e a fábrica começou a aumentar de tamanho. Era ele quem viajava abrindo novos negócios, e nessas andanças descobriu que adorava o mar, e comprou terrenos na praia. Logo deu para construir e assim, sempre que podia, já casado e com filhos, iam curtir a natureza na praia.

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Todos foram se casando, construindo suas famílias.

A irmã mais velha se casou com um empresário bem situado, mas que acabou perdendo tudo um tempo depois, e ela teve que enfrentar um período difícil, com a marido se corroendo de raiva e com 4 filhos pra criar. Mas ela era (e continua sendo) uma mulher forte. Os irmãos ajudaram como puderam, mas foi ela quem superou o desânimo do marido, não conformado com a derrota. Arrumou um emprego e a ele se dedicou, até a idade de se aposentar. Cuidou dos filhos e da mãe, quando esta ficou sozinha. Tem sempre uma resposta na ponta da língua para qualquer questionamento. Não foi feliz como esperava ser, mas acho que nem ela mesma sabe a força que possui.

A outra irmã casou-se bem, mas teve que se desfazer de muitos sonhos como viajar, passear, ir a restaurantes, dançar (nos bailes da cidade era sempre uma das primeiras a sair dançando), pois o marido não gostava de sair.
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Ela então estudou, trabalhou, namorou e quando disse que ia se casar, os irmãos praticamente montaram sua nova casa, principalmente com móveis feitos pela empresa deles.

Mas continuavam não muito unidos, embora existisse amor, respeito e confiança entre eles. Ela se lembra até hoje quando, na adolescência, num baile de réveillon, foi cumprimentar o irmão (ia com ele em todos os bailes, se não fossem juntos, ela não iria) e ficou com uma vergonha imensa de lhe dar um beijo e ele mais ainda por receber.

Mas esse foi o primeiro passo. Como ela via os amigos aos abraços, a família do namorado se abraçando, começou também a levar isso cada vez que se encontrava com eles. Não era uma coisa natural, mas eles iam se acostumar, ela pensava. Tempos depois, já casada, começou a querer unir ainda mais os irmãos, e então tentava marcar almoços de natal; mas demorou uns 5 anos para que conseguisse reunir todos. Um tinha o almoço na casa da sogra, outro, na casa das cunhadas, uma, o marido não queria ir, essas coisas que atrapalham um encontro gostoso. Ela não desistia. Começou a marcar encontros com os sobrinhos, de quem gostava muito e que com a maior parte, era muito unida. Assim, os filhos sempre se encontrando, acho que os pais resolveram se encontrar também. E assim, depois dos primeiros encontros, tudo virou motivo para festa, para abraços apertados.
Ela ainda não consegue olhar no olho de cada um e dizer que os ama muito, do seu orgulho por fazer parte dessa família, mas aproveita qualquer oportunidade para lhes mandar um cartão ou um bilhete e declarar isso.


E os encontros se sucedem. No aniversário de um, na chácara do outro, no sítio, em um restaurante, o gostoso é combinar e se encontrar, lembrar dos tempos difíceis, rir deles, contar o dia-a-dia, lembrar as festinhas infantis, dos bailes de 15 anos, assistir o filho de uma se casando, os filhos do outro se formando, ver a família crescendo, os sete virando 13, esses 13 em mais 8.  

Mas nada disso ele viu. O terceiro dos irmãos já não estava mais entre eles e ela tem muitas saudades. Saudades da sua presença, saudades dos abraços não dados, dos beijos de carinho, das risadas, e principalmente por não ter tido tempo de dizer: Eu te amo!!!

beijos

33 comentários:

Nilce 18 de janeiro de 2011 04:08  

Macá
É a segunda postagem que leio e choro.
Só que aqui eu não consigo parar, porque também não tive tempo de dizer com palavras e diretamente, olhando nos olhos, ao meu irmão mais velho que o amava.
O Amor deve ser declarado a qualquer momento, principalmente com os de nosso sangue.
Por isso minha querida, olhe nos olhos de seus irmãos, sobrinhos e amigos e diga o quanto os AMA.
Eu aprendi.

Linda e triste sua história.
Estou muito feliz pelas declarações que estou lendo.

Obrigada pelo carinho minha amiga.

Bjs no coração!

Nilce

António Rosa 18 de janeiro de 2011 06:39  

Macá

Fiquei com as emoções a fervilhar dentro de mim. Amei o seu texto. Eu tive a sorte de fazer isso com as minhas irmãs, já tarde na vida. Hoje simplesmente declaramos o nosso amor uns aos outros. A sua é uma história preciosa.

Beijos.

Reg 18 de janeiro de 2011 07:30  

oi Ma, tb fiquei triste em lembrar do meu querido tio que se foi ha muito tempo, saudades dele... bj saudosos.

Astrid Annabelle 18 de janeiro de 2011 07:56  

Uma linda história Macá, e triste!
Me fez lembrar do meu irmão que também partiu cedo...
Seu texto mexe com todos os nossos sentidos....muito bom. Como sempre, não é?
Beijo grande
Astrid Annabelle

Iram M. 18 de janeiro de 2011 08:34  

Lindo Macá,
Lembrei de um irmão que eu amava. Todas as vezes que eu ia passar as ferias no interior, ele era o que mais ficava feliz. Quando completou 21 anos assassinaram o meu irmão querido e faltava só dois dias pra nos encontrarmos. Foi triste ver ao preparativos dele para a minha chegada.
Beijos

Tati Pastorello 18 de janeiro de 2011 08:45  

Macá, que texto emocionante. Saiba que ele sabe disso, ele não tem dúvidas do amor que dedicou a ele, pode ter certeza.
Linda família, muitas levam tanto tempo para se unir, algumas nunca conseguem. Que bom que vocês quebraram esta barreira. Parabéns. Adorei o texto, a alma escancarada, orgulho de você!
Beijos.

Cris França 18 de janeiro de 2011 09:23  

que linda homenagem Macá, é triste perder quem a gente ama, ainda mais quando as lembranças vem assim ,todas em enxurradas de emoção, mas quando a gente ama de verdade, as pessoas vivem eternamente dentro de nós.

bjs minha amiga querida

Manuela Freitas 18 de janeiro de 2011 10:02  

Muito bonito e emotivo esta delaração de amor à familia, que será sempre o nosso amor primeiro!
Beijos,
Manu

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez 18 de janeiro de 2011 10:26  

que bonito seu texto Macá... emocionou pela lembrança, pelo sentimento e amor. Tão importante dizer o nosso sentimento, demonstrar nosso amor.

Eu tb, de certa forma, abordei hj o amor aos que já partiram
bom dia pra vc!

Glorinha L de Lion 18 de janeiro de 2011 11:02  

Macá, tb cresci assim, como vc, com vergonha de dizer que amava, mas há muito tempo decidi ,assim que tive meus filhos que não se deve deixar pra depois. Por isso, hj, aqui em casa, é um tal de eu te amo pra cá, eu te amo prá lá, a toda hora, todos os dias. Não devemos deixar o tempo passar sem dizer Eu te Amo pra quem amamos. Até pra minha mãe, antes dela morrer, já doentinha, eu não perdia a chance de dizer que a amava. Não tenho arrependimentos quanto a isso, pois digo, todos os dias que amo a quem amo de verdade. Linda e triste estória a sua, mas é sempre tempo de aprender a dizer o nosso amor, não é? beijos amiga,

Meri Pellens 18 de janeiro de 2011 12:28  

Realmente, com o tempo, passam-se as oportunidades... Ficam as doces lembranças. Belíssima participação, Maca. Parabéns!
Beijo na alma.

Lúcia Soares 18 de janeiro de 2011 12:54  

Macá, minha família é grande, ainda estamos, graças a Deus, todos os irmãos juntos. Mas NUNCA nos dizemos que nos amamos! E levo isso comigo, não falando com os filhos, a não ser por escrito. Como hoje, declarei-me à minha filha.
É muito triste não conseguir manifestar em palavras o amor que sentimos.
Espero reverter isso, hoje mais do que nunca!
Chorei, claro! Não poderia deixar de fazê-lo com esse texto lindo.
Seu irmão SABE que você o ama plenamente!
Beijo!

Lili Bolero 18 de janeiro de 2011 13:30  

Uma lição de amor à família. Essa vontade e garra de querer unir e reunir os entes queridos é louvável. Um exemplo a ser seguido, Mexeu muito comigo porque não consigo dizer aos meus o quanto os amo e como são importantes na minha vida, principalmente meu pai que com sua austeridade me fez ser quem eu sou hoje. Sou grata por tudo que ele me ensinou. Espero ter tempo para poder dizer a todos que eu os amo. Obrigada por compartilhar tão linda história. Beijokas.

Beth/Lilás 18 de janeiro de 2011 14:01  

Nossa, lindo texto e imagino a dor que é perder um irmão tão cedo! A dor maior ainda para uma mãe que perde um de seus filhos, nada apaga esta dor.
Mas, onde ele estiver saberá agora, por escrito, que você se declarou e que disse que o amava.
um grande abraço carioca

orvalho do ceu 18 de janeiro de 2011 15:34  

Olá, querida Macá
Sei bem do que fala... meu papai amado se foi há um ano e meio e não o esqueço um só dia... a saudade dói... seus 85 bem vividos o tornaram um santo...
Linda declaração de amor!!!
Fique nos Braços do Amor no dia de hoje de uma forma especial, tá???
Bjm de amor fraterno

Élys 18 de janeiro de 2011 16:09  

Uma história emocionante, mas toda plena de muito amor.
Um abraço.

manuel marques 18 de janeiro de 2011 17:44  

Lindissima homenagem de amor e carinho.

Beijo.

Silenciosamente ouvindo... 18 de janeiro de 2011 18:36  

Amiga, linda postagem, mas quanta
tristeza e saudade de alguém que
partiu.Fiquei em silêncio e só
lhe posso deixar um beijo.
E você merece sem dúvida um dos
prémios.
Beijinhos/Irene

ELIANA-Coisas Boas da Vida 18 de janeiro de 2011 19:19  

GENTE DO CÉU Ñ PARTICIPEI DA BLOGAGEM, MAS PASSEI O DIA LENDO ESSAS LINDAS DECLARAÇÕES COMO ESTA QUE ACABEI DE LER!
ADOREI VIR AQUI!
BEIJO

Cantinho She 18 de janeiro de 2011 20:28  

Meus Deus! Lindo texto... Ele sabe minha querida ele sabe... ;)
Beijo, beijo!
She

Nika 18 de janeiro de 2011 21:11  

Macá que texto lindo, fiquei com os olhos cheios de lágrimas.
É muito importante dizer aos nossos que os amamos sempre que podemos.
Adorei sua declaração de amor pela família.
bjs

nacasadorau 18 de janeiro de 2011 21:28  

Olá amiga Macá!

Tal como a Nilce, a nossa homenageada, também não consegui reter as lágrimas.

Há sempre algo de comum nas nossas vidas, que uma vez escrito e lido nos traz à memória dores e saudades enormes que sempre tentamos superar.

Nós éramos quatro filhos, duas raparigas, as mais velhas, e dois rapazes.
O mais novo de todos, o meu irmão Jorge, faleceu há quase 15 anos.
Tinha então 41 anos.
Foi embora mesmo antes dos meus pais.
Viveu comigo alguns anos; 8 de uma vez, e mais cerca de dois pouco antes de morrer.
Fiz sempre tudo por ele, mas ele nunca deixou a droga e não resistiu, foi-se.
Quando partiu, estava hospitalizado em Tomar, muito longe de minha casa.
Quando me telefonaram a dizer-me que ele não resistiria muitas mais horas, parti imediatamente, mas com medo de não chegar a tempo, o que veio a acontecer, pedi à enfermeira que lhe dissesse duas coisas:
- Perdoo-te!
- Amo-te muito!

Quando cheguei lá soube que ele tinha falecido após ter ouvido as minhas palavras.

Desculpe o desabafo.
Beijinhos

Isa Mar 18 de janeiro de 2011 23:00  

Oi Macá, to vendo que muitos amigos estão por aqui e eu ainda não te conhecia?
Só a Nilce mesmo pra conseguir essa interação, adorei!
Sua história é emocionante, de lutas, de sonhos e de tantas emoções
Penso que sempre é tempo, se não aqui em outra dimensão, pois nada se acaba, apenas se transforma
O importante é o sentimento que carregamos no coração, e esse... chega nos lugares mais inimagináveis, pode ter certeza!
Ficou ótima sua participação e que bom poder ter chegado por aqui
Beijos pra ti com carinho!

Julio 18 de janeiro de 2011 23:05  

Perder pai e mãe (desde que não seja muito cedo) é horrível, mas é mais ou menos a ordem natural das coisas. Então sempre acreditei que a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa é perder um filho. Ainda não aconteceu comigo, mas tenho certeza que perder um irmão deve ser a segunda pior.

welze 19 de janeiro de 2011 09:53  

quantas lembranças, não é mesmo? mas saudade sim, lembranças,sim. Tristeza não. São lembranças assim, que nos alimentam a vida. um grande abraço.

Dora Regina 19 de janeiro de 2011 10:14  

Oi Macá! Linda sua postagem!!
O amor é agora, vamos declarar nosso amor para nossos entes queridos, não deixemos pra depois...Pode não dar tempo!
Adorei a visita e o comentário, volte outras vezes, para mim será uma alegria renovada.
Um abraço fraterno!

LILIANE 19 de janeiro de 2011 10:42  

Macá
dizer eu te amo, parece tão simples ne
mas não é....
existem algumas barreiras que nos impedem com tal força que chega a doer.
o meu problema é o contrário e tenho que ficar fechando a minha boca.
porque de verdade quando eu amo alguém(que é diferente de gostar) eu acabo falando, e ai gera aquela confusao.
Nossa você falou eu te amo!
aff
mas que bom que você está determinada em demonstrar o amor.
ele acaba voltando para quem semeia.
linda a sua história.
um abraço

Socorro Melo 19 de janeiro de 2011 11:16  

Oi, Macá!

Até que me esforcei para não chorar... mas, não deu. Amiga, que texto cheio de emoção, e de amor.
Olha, tenho certeza que ele sabe que você o ama, e sempre amou.
Parabéns, pela bela história de família.

Beijos
Socorro Melo

Kelly 19 de janeiro de 2011 19:35  

Amor....como é bom senti lo e melhor ainda poder expressá lo. Adorei sua participação. Parabéns, beijos

diariodumapsi 19 de janeiro de 2011 19:38  

Nossa Macá você foi fundo nessa história! Fiquei emocionada. Mas que bom que tem conseguido manter uma família tão grande unida, continue nesse objetivo!
Seus irmãos são felizardos por ter você, pois estã sempre pensando em unir a família.
Adorei seu post.
Gd beijo

Esplendor da criação 19 de janeiro de 2011 22:58  

Oi Macá, nossa vida é feita com acertos e erros, as vezes os erros se tornam lições em nossa vida. Sua história é cheia de amor dá pra sentir, suas lembranças, saudades, em tudo fica algo bom que transcende em vc. Seu carinho, seu coração, o amor pelos seus é o que vale, por tudo que passamos , que vivemos e que aprendemos. Um grande abraço.

Anônimo 20 de janeiro de 2011 22:13  

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