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DIA DAS MÃES

>> sábado, 7 de maio de 2011

Quando Deus criou as mães
Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.


- Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

- Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

- Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma.

- Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

- Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes.

- Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

- Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

- Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

- O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

- Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

- De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

- Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

- Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

- Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

- Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

- Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

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Mãe
E hoje, após quase 20 anos da sua ida (para as alturas) eu ainda tenho muita saudade de deitar a cabeça no seu colo, da frutas cortadas no pratinho em cima da mesa, de ver a senhora se olhando no espelho toda vez que estava com um novo colar, da sua alegria toda vez que ganhava um pó compacto ou um batom novo, da rapidez com que trocava de roupa quando algum dos meus irmãos passava pra ver se queria passear em algum lugar, da sua cara de espanto quando lhe contei que estava grávida do Ivan, e das suas lágrimas de alegria assim que ele nasceu.
Obrigada por tudo.
Nós não éramos do tipo de ficar se declarando, mas eu quero que a senhora saiba:
Eu te amo muito, ainda hoje.



Parabéns a todas as mamães!!!

 Que Deus abençoe muito vocês com amor, sabedoria e muita paciência com seus filhos!!!

beijos

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Madeleine com linguiça e gorgonzola

>> quinta-feira, 13 de maio de 2010

Domingo passado - dia das mães - marido resolveu fazer um almoço, simples, mas gostoso.
Uma massa, que eu como italiana, a-do-ro. Mas antes da massa, ele resolveu fazer um entradinha.

Ele tinha visto essa receita na internet. Chama-se Madeleine de linguiça e gorgonzola. Já vou dizendo aqui que ele detesta queijo gorgonzola, então mudou e colocou queijo gouda.

Ah! e esses ramequins, vocês já sabem de onde são, não sabem?
É claro! São da Gamela Presentes. Não ficou bonitinho?
Bom, se vocês quiserem fazer, é muito fácil e fica realmente uma delícia.
Olhem a receita:

Madeleine de Linguiça e Gorgonzola

Ingredientes


Molho de Gorgonzola


250 grama(s) de queijo gorgonzola
60 grama(s) de manteiga
100 grama(s) de farinha de trigo
300 grama(s) de leite
370 grama(s) de creme de leite fresco
50 mililitro (ml) de vinho branco
60 grama(s) de queijo parmesão ralado
 Madeleine


50 grama(s) de molho gorgonzola
80 grama(s) de creme de leite
100 grama(s) de linguiça curada picada em tirinhas
1 punhado(s) de queijo parmesão ralado
1 punhado(s) de farinha de rosca


Modo de preparo


Molho de Gorgonzola
Numa panela, coloque a manteiga e deixar derreter. Adicione a farinha de trigo e misture até homogeneizar. Acrescente o leite, o creme de leite e o vinho e cozinhe até engrossar.
Adicione o gorgonzola e o parmesão e deixe cozinhar por mais aproximadamente 10 minutos.


Madeleine
Coloque o molho de gorgonzola e o creme de leite em uma panela até homogeneizar. Acrescente a lingüiça e coloque tudo na panelinha onde será servida.
Polvilhe a farinha de rosca e o queijo parmesão por cima e leve para gratinar até o queijo ficar dourado. Sirva acompanhado de torradinhas.

Receita do Bar Astor
R. Av. Vieira Souto, 110, Ipanema
Tel.: (21) 2523-0085
Seguinte: vocês podem servir em outro refratário (que não seja nesses ramequins da Gamela), mas já aviso que não vai ficar nem tão bonito,  nem tão gostoso, ok?

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ontem - Dia das Mães - eu quase chorei

>> segunda-feira, 10 de maio de 2010

Ontem dia das mães eu quase chorei
 
Não, não foi nada com meu filho não.
Vou contar: Meu marido adora cozinhar (e é claro que eu não vou tirar esse gosto dele certo?) então preparou o almoço de Dia das Mães. Só que antes fomos ao supermercado porque ele tinha que comprar umas coisinhas. Pão de Açucar, fila imensa, muita gente comprando flores (até pra isso a fila era grande).
Fui pra fila do caixa e na minha frente tinha uma moça, super bem-arrumada. Nisso o telefone dela toca. Era um Nextel, portanto, viva-voz. Era a mãe.  Não tinha como não ouvir. Mas..... não vou contar a conversa, claro, mesmo porque tentei não prestar atenção. Mas ela falava alto e também ...........ríspida. Muito ríspida.
Só sei que no final da conversa, depois de mais um berro da moça no telefone, tudo ficou em silêncio e passado alguns segundos a voz da mãe: Tá bom filha!
Gente, cortou meu coração. Tive quase a certeza de que ela estava chorando. Que raiva.
Eu queria poder dizer a essa moça, que não se trata uma mãe assim. Tudo bem, não conheço o outro lado, mas de qualquer forma não se fala assim com uma mãe, por respeito ou por educação, ou pelas duas coisas.
Eu, com tanta saudade da minha que já foi há um bom tempo, e ela destratando a sua dessa maneira.
Meus olhos se encheram de lágrimas, e tomara que pelo menos essa mãe tenha tido outras alegrias no seu dia.
abs

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